Professor Rudi
Rudi Schaedler · nasceu em 1949
Professor Rudi disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Quedas do Iguaçu (PR)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 55 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Professor Rudi declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Quedas do Iguaçu (PR) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Grafica Dimas Ltda.R$ 4.46399,6%
- EscritórioR$ 160,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Quedas do Iguaçu (PR), 2004
Professor Rudi: R$ 3,66 por voto (mediana da disputa, R$ 3,66). Quem venceu, Chimiel, gastou R$ 2,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 23,7; o mais barato, R$ 2,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Rudi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vitorio PSDBR$ 158 mil · 6.644 votosR$ 23,7
- Professor Rudi PTR$ 4,5 mil · 1.225 votosR$ 3,66
- Chimiel MDBR$ 18 mil · 6.944 votosR$ 2,62
Votos por real
- 2004, prefeito: 273 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.