Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PT

Professor Moacir

Moacir Nillio de Souza · nasceu em 1964

Professor Moacir se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PT.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPT20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Guarulhos (SP)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Elói Pietá
    chapa não eleita116.676 votos da chapa, 19,3%
  2. 2008
    Vereador · Guarulhos (SP)
    PT 13713· centro-esquerda
    eleito3.095 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor Moacir declarou R$ 376,3 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 376,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 231.614 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 376,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Professor Moacir declarou ao TSE R$ 360 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Guarulhos (SP) · PT · eleito

De onde veio

R$ 360 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 34 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 360 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 71,8 mil20%
  2. Próprio bolsoR$ 56,2 mil15,6%
  3. PartidoR$ 31,4 mil8,7%
  4. EmpresasR$ 2.6770,7%
  5. Outros candidatosR$ 107< 0,1%

Para onde foi

R$ 360 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 360 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 14,1 mil3,9%
  2. OutrosR$ 13,1 mil3,7%
  3. EscritórioR$ 4.8031,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Guarulhos (SP), 2008

Professor Moacir: R$ 116 por voto (mediana da disputa, R$ 81,5). Quem venceu, Alan Neto, gastou R$ 39,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 39,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Moacir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.