Apuração
Prefeito · 2008 · PSOL

Professor Miguel

Miguel Leme Ferreira · nasceu em 1970

Professor Miguel se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,74← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2006PSOL2008PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2002), PSOL (2006–2008).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPTPSOL2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PSOL 50· esquerda
    não eleito645 votos, 0,5%
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PSOL 50600· esquerda· na urna, Miguel Leme
    suplente1.505 votos; 786º mais votado de 1.520 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PT 13400· centro-esquerda· na urna, Miguel Leme
    suplente1.150 votos; 852º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Professor Miguel teve 1.505 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 786º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 73 cidades. São Paulo deu 60,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,4%.

1.505 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.505 votos.
  1. São Paulo (SP)914 votos60,7%
  2. Taboão da Serra (SP)166 votos11%
  3. Diadema (SP)55 votos3,7%
  4. Embu das Artes (SP)47 votos3,1%
  5. Campinas (SP)32 votos2,1%
  6. Outras 58 cidades145 votos9,6%
As outras 1 eleições para deputado
1.150 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.150 votos.
  1. São Paulo (SP)504 votos43,8%
  2. Taboão da Serra (SP)171 votos14,9%
  3. Cotia (SP)134 votos11,7%
  4. Embu das Artes (SP)75 votos6,5%
  5. Leme (SP)25 votos2,2%
  6. Outras 88 cidades149 votos13%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Professor Miguel declarou R$ 63,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 33,5 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 63,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 23.500 na declaração)

Declarou 15% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2008.

  • Professor MiguelR$ 63,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 436,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 591,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 63,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Miguel declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 8,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Taboão da Serra (SP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 2.945
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.945.
  1. Próprio bolsoR$ 1.74059,1%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 66922,7%
  3. Outros candidatosTudo de Raquel Souza Lobo GuzzoR$ 53518,2%

Para onde foi

R$ 2.801
O maior gasto foi com material impresso: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.801. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 09947686000105R$ 53519,1%
  2. EscritórioTudo de Encargos Financeiros E Taxas BancáriasR$ 2529%

Quanto custou cada voto: prefeito, Taboão da Serra (SP), 2008

Professor Miguel: R$ 4,34 por voto (mediana da disputa, R$ 35). Quem venceu, Dr. Evilásio, gastou R$ 42,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,7; o mais barato, R$ 3,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Miguel. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 230 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 188 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.