Professor Marcos Kloster
Marcos Vinicios Kloster · nasceu em 1967
Professor Marcos Kloster se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2016–2018), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Professor Marcos Kloster teve 2.824 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 229º lugar entre 704 candidatos.
Recebeu votos em 168 cidades. Cambé deu 51,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Marcos Kloster declarou R$ 537,3 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Professor Marcos KlosterR$ 537,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Marcos Kloster declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 30 mil, 75% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Londrina (PR) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.53854,3%
- PessoasR$ 2.97245,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 3.60971,5%
- TransporteR$ 73014,5%
- InternetR$ 70814%
Quanto custou cada voto: vereador, Londrina (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 25,2 por voto. Quem venceu, Ailton Nantes, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,3; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Moisés Originalli PSLR$ 48 mil · 589 votosR$ 82,3
- Felipe Juliani PSLR$ 135 mil · 2.100 votosR$ 64,4
- Jamil Janene PPR$ 132 mil · 2.257 votosR$ 58,7
- Professora Lucia Cortez PTBR$ 43 mil · 880 votosR$ 49
- Vilson Bittencourt PSBR$ 45 mil · 1.097 votosR$ 41,1
- Sueli Terenzi Rizzi REPUBLICANOSR$ 38 mil · 1.096 votosR$ 34,3
- Marcelo Oguido PTBR$ 52 mil · 2.056 votosR$ 25,2
- Amauri Cardoso PSDBR$ 45 mil · 1.818 votosR$ 25
- Eduardo Tominaga DEMR$ 67 mil · 2.815 votosR$ 23,7
- Regis Choucino PPR$ 55 mil · 2.335 votosR$ 23,4
- Emanoel Gomes REPUBLICANOSR$ 51 mil · 2.582 votosR$ 19,7
- Ailton Nantes PPR$ 46 mil · 2.652 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2020, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 94 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.