Vilson Bittencourt
Vilson Sebastião Bittencourt · nasceu em 1963
Vilson Bittencourt se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PT (2004–2008), PSL (2012), PSB (2016–2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Vilson Bittencourt declarou R$ 425,3 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 392,9 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Vilson BittencourtR$ 425,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa de alvenaria medindo 100 metros quadradosR$ 331,4 milCasa
- marca Hyundai modelo HB20 SR$ 49,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta marca Honda modelo Twister 300cc ano 2024R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta marca Honda modelo Twister 250cc ano 2017R$ 16,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Vilson Bittencourt declarou ao TSE R$ 118 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 49 mil, 4,4% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Londrina (PR) · PRD · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.84760,4%
- PessoalR$ 3.50036,2%
- TransporteR$ 3283,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Londrina (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 38,6 por voto. Quem venceu, Michele Thomazinho, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 19,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Poliana Santos PTR$ 116 mil · 988 votosR$ 118
- Elza Correia CIDADANIAR$ 153 mil · 1.787 votosR$ 85,5
- Carlinhos Silva PLR$ 118 mil · 1.580 votosR$ 74,8
- Tales Belinati PPR$ 137 mil · 2.126 votosR$ 64,2
- Jamil Janene PPR$ 134 mil · 2.501 votosR$ 53,4
- Nantes PLR$ 131 mil · 2.518 votosR$ 52,2
- Emanoel REPUBLICANOSR$ 121 mil · 3.143 votosR$ 38,6
- Antonio Amaral PSDR$ 126 mil · 3.438 votosR$ 36,6
- Lenir De Assis PTR$ 152 mil · 4.737 votosR$ 32,1
- Marcelo Oguido PLR$ 123 mil · 3.891 votosR$ 31,5
- Vereador Santão PLR$ 109 mil · 3.948 votosR$ 27,7
- Michele Thomazinho PLR$ 138 mil · 6.984 votosR$ 19,7
Votos por real
- 2024, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 806 votos por R$ 1.000, 18 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.