Apuração
Prefeito · 2012 · PV

Professor Marcos

Marcos Roberto Fernandes Corrêa · nasceu em 1971

Professor Marcos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PV2012PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.

Sempre pelo PV.

PrefeitoPartidoPV20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Pratânia (SP)
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito1.468 votos, 43,2%
  2. 2008
    Prefeito · Pratânia (SP)
    PV 43· centro-esquerda
    eleito1.738 votos, 56,6%
  3. 2004
    Prefeito · Pratânia (SP)
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito844 votos, 31,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Professor Marcos declarou R$ 160 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 95,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 160 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 73.000 na declaração)

Declarou 34% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2012.

  • Professor MarcosR$ 160 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 473,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 590,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 160 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Marcos declarou ao TSE R$ 100 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 48 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Pratânia (SP) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 48,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 24,5 mil50,6%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.28213%

Para onde foi

R$ 48,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Promovendo Publicidade LtdaR$ 2.5995,4%
  2. ServiçosR$ 2.1084,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pratânia (SP), 2012

Professor Marcos: R$ 33 por voto (mediana da disputa, R$ 33). Quem venceu, Roque Joner, gastou R$ 86,2 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Marcos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.