Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Professor Marcinho

Márcio Aurélio Messias Franco · nasceu em 1965

Professor Marcinho disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Campestre (MG)), pelo PTB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,30← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Campestre (MG)
    PTB 14500· centro-direita
    eleito790 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Professor Marcinho declarou R$ 319,6 mil em bens, em reais de hoje: 9,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 319,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 145.850 na declaração)

Declarou 9,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Professor MarcinhoR$ 319,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 319,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Em construção rua joão de padua ducca n. 246R$ 109,6 mil
    Casa
  2. Honda fit ex 2007/2008R$ 78,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Poupança CEFR$ 63,1 mil
    Caderneta de poupança
  4. Lote 13 quadra c area 383R$ 42,5 mil
    Terreno
  5. Previdencia privada itauR$ 19,2 mil
    Outras aplicações
  6. Itau - 2.89097R$ 6.335
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Professor Marcinho declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Campestre (MG) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 29,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 16 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas16 pessoas, não nomeadasR$ 17,8 mil61%
  2. Próprio bolsoR$ 5.41518,6%
  3. EmpresasR$ 1.9566,7%
  4. Outros candidatosR$ 3291,1%

Para onde foi

R$ 29 mil
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 2.5999%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.2747,8%
  3. TransporteR$ 1.7876,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Campestre (MG), 2012

Professor Marcinho: R$ 36,8 por voto (mediana da disputa, R$ 110). Quem venceu, Geraldinho Franco, gastou R$ 32 por voto. O voto mais caro custou R$ 203; o mais barato, R$ 32.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Marcinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.