Professor João Paulo
João Paulo Sampaio · nasceu em 1970
Professor João Paulo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor João Paulo declarou R$ 462,1 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 303 mil acima da inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Professor João PauloR$ 462,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa em construçãoR$ 243,7 milConstrução
- Carro corolla 2013R$ 89,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Crédito em conta poupançaR$ 56,9 milCaderneta de poupança
- Moto yamaha MT-09R$ 53,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro corsa 1998R$ 13,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto suzuki intruderR$ 5.199Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor João Paulo declarou ao TSE R$ 71 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Rita do Sapucaí (MG) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17,7 mil98,5%
- Outros candidatosR$ 2751,5%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 2.10511,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita do Sapucaí (MG), 2016
Professor João Paulo: R$ 33,5 por voto (mediana da disputa, R$ 19,7). Quem venceu, Alexandre Labruna, gastou R$ 3,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,6; o mais barato, R$ 3,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor João Paulo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jairo Do Bar PSDBR$ 4,8 mil · 68 votosR$ 70,6
- Fabiana Advogada MDBR$ 5,2 mil · 113 votosR$ 45,6
- Professor João Paulo PDTR$ 18 mil · 537 votosR$ 33,5
- Professor Aldo CIDADANIAR$ 14 mil · 447 votosR$ 31,4
- Cibele PLR$ 12 mil · 491 votosR$ 24,9
- Miguel Caputo AVANTER$ 20 mil · 997 votosR$ 20,1
- Marquinho - Tatinha DEMR$ 10 mil · 513 votosR$ 19,7
- Giácomo Do Vale Independente PSDR$ 6,1 mil · 316 votosR$ 19,2
- Professor Rinaldo CIDADANIAR$ 6,1 mil · 378 votosR$ 16
- Pastor Flávio CIDADANIAR$ 4,9 mil · 600 votosR$ 8,12
- Reinaldo Galinho PLR$ 5,4 mil · 670 votosR$ 8,09
- Alexandre Labruna PDTR$ 7,3 mil · 1.838 votosR$ 3,95
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 95 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.