Apuração
Vereador · 2016 · PSC

Professor João de Deus

João de Deus Saraiva Gomes · nasceu em 1982

Professor João de Deus disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Cristino Castro (PI)), pelo PSC: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,60← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSC2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSC 20000· direita
    eleito252 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor João de Deus declarou R$ 284,3 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.

R$ 284,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 175.000 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.

  • Professor João de DeusR$ 284,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 284,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Professor João de Deus declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Cristino Castro (PI) · PSC · eleito

De onde veio

R$ 10,6 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.37969,5%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.23830,5%

Para onde foi

R$ 10,6 mil
O maior gasto foi com transporte: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1.61915,3%
  2. PessoalR$ 1.42513,4%
  3. Material impressoR$ 5835,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Cristino Castro (PI), 2016

Professor João De Deus: R$ 42,1 por voto (mediana da disputa, R$ 68,9). Quem venceu, Raí Santos, gastou R$ 26,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 26,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor João De Deus. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Paulinho Soares PRTBR$ 8,9 mil · 55 votosR$ 161
  • Tânia PSBR$ 6,6 mil · 50 votosR$ 131
  • Professora Nelma PSBR$ 9,5 mil · 75 votosR$ 127
  • Flávio Moura PSBR$ 8,6 mil · 73 votosR$ 117
  • Solimar Carvalho PLR$ 8,4 mil · 73 votosR$ 115
  • Germano Carvalho PRTBR$ 7 mil · 67 votosR$ 104
  • Espedito Mariano PRTBR$ 7,7 mil · 112 votosR$ 68,9
  • Zé Do Augusto CIDADANIAR$ 7,7 mil · 114 votosR$ 67,9
  • Professor Jair PSBR$ 8,7 mil · 180 votosR$ 48,4
  • Darcio Rio Branco REPUBLICANOSR$ 6,9 mil · 160 votosR$ 43,3
  • Professor João De Deus PSCR$ 11 mil · 252 votosR$ 42,1
  • Raí Santos PSCR$ 7,1 mil · 265 votosR$ 26,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.