Apuração
Vereador · 2020 · PC do B

Professor Hermes

Hermes Goldenstein Junior · nasceu em 1980

Professor Hermes se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,69← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSOL2020PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSOL (2016), PC do B (2020).

PrefeitoVereadorPartidoPSOLPC do B201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Paranaguá (PR)
    PC do B 65007· esquerda
    não eleito
  2. 2016
    Prefeito · Paranaguá (PR)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito2.188 votos, 3,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor Hermes declarou R$ 2.227 em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2.227
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.371 na declaração)

Declarou 0% da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2016.

  • Professor HermesR$ 2.227
  • Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 633,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.227. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Professor Hermes declarou ao TSE R$ 2,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · Paranaguá (PR) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 2.701
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.701.
  1. Próprio bolsoR$ 1.45754%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 1.24446%

Para onde foi

R$ 2.701
O maior gasto foi com serviços: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.701. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 32412%

Quanto custou cada voto: prefeito, Paranaguá (PR), 2016

Professor Hermes: R$ 1,23 por voto (mediana da disputa, R$ 17,5). Quem venceu, Marcelo Roque, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,2; o mais barato, R$ 1,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Hermes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 810 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.