Professor Gilberto
Gilberto · nasceu em 1966
Professor Gilberto se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Gilberto declarou R$ 568,6 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Professor Gilberto declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Rio das Ostras (RJ) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 21 mil85,4%
- PartidoR$ 2.0248,2%
- PessoasR$ 1.5636,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 19,3 mil78,8%
- ServiçosR$ 2.85011,6%
- EscritórioR$ 1.5306,2%
- InternetR$ 8103,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Ostras (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 97,6 por voto. Quem venceu, Dr. Fabio Simões, gastou R$ 48,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 48,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dr. Rangel REPUBLICANOSR$ 69 mil · 293 votosR$ 236
- Misaias PSDBR$ 152 mil · 1.023 votosR$ 148
- Carlos Afonso PSBR$ 117 mil · 986 votosR$ 118
- Alex Amarrado SOLIDARIEDADER$ 85 mil · 780 votosR$ 109
- Aluísio Viana MDBR$ 82 mil · 818 votosR$ 101
- Cemir Jóia PSDBR$ 73 mil · 753 votosR$ 97,6
- Ademir Da Farmácia MDBR$ 58 mil · 698 votosR$ 82,5
- Nini PODER$ 64 mil · 790 votosR$ 81,1
- Edilson PTBR$ 61 mil · 915 votosR$ 66,3
- Betinho PODER$ 76 mil · 1.240 votosR$ 61,4
- Dr. Fabio Simões PPR$ 72 mil · 1.495 votosR$ 48,1
Votos por real
- 2016, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.