Carlos Afonso
Carlos Alberto Afonso Fernandes · nasceu em 1954
Carlos Afonso se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PV (2002), PSB (2004–2016), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 70 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPV 43210· centro-esquerdasuplente13.208 votos; 157º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Carlos Afonso teve 13.208 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 157º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Rio das Ostras deu 36,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlos Afonso declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 1,7 mi, já descontada a inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Carlos Afonso declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 291 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio das Ostras (RJ) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 47,7 mil93,1%
- PartidoR$ 3.5166,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 16,8 mil78%
- ServiçosR$ 2.73412,7%
- PessoalR$ 1.6417,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3831,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio das Ostras (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 120 por voto. Quem venceu, Braga, gastou R$ 46,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 549; o mais barato, R$ 46,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jackeline Da Tranquilizze PTR$ 44 mil · 81 votosR$ 549
- Eliane Liberdade PPR$ 53 mil · 112 votosR$ 477
- Josi Cavalcanti REPUBLICANOSR$ 165 mil · 648 votosR$ 255
- Joelson Da Farmacia PRDR$ 65 mil · 363 votosR$ 179
- Marciel PLR$ 206 mil · 1.463 votosR$ 141
- Thalles Neves PLR$ 55 mil · 449 votosR$ 122
- Professora Guilhermina REDER$ 106 mil · 883 votosR$ 120
- Carvalhão UNIÃOR$ 141 mil · 1.172 votosR$ 120
- Aurora Siqueira CIDADANIAR$ 72 mil · 709 votosR$ 102
- Betinho UNIÃOR$ 75 mil · 1.342 votosR$ 55,7
- Neizinho PODER$ 69 mil · 1.419 votosR$ 48,5
- Braga PLR$ 46 mil · 991 votosR$ 46,2
Votos por real
- 2024, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 8,4 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 5 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 9,3 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.