Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Professor Furlan

Mario Cesar Furlan · nasceu em 1962

Professor Furlan disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Rio Brilhante (MS)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Rio Brilhante (MS)
    MDB 15123· centro-direita
    eleito643 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor Furlan declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 726.338 na declaração)

Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Professor FurlanR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Professor Furlan declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Rio Brilhante (MS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 6.169
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.169.
  1. Próprio bolsoR$ 3.40055,1%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 1.74928,3%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Sidney Foroni PrefeitoR$ 85813,9%
  4. PartidoR$ 1622,6%

Para onde foi

R$ 6.169
O maior gasto foi com transporte: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.169. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Schwade & Cia LtdaR$ 1.81229,4%
  2. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.42523,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 81013,1%
  4. OutrosR$ 3245,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Brilhante (MS), 2016

Mediana da disputa: R$ 36,5 por voto. Quem venceu, Wandressa Barbosa, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 20,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Beatriz MDBR$ 13 mil · 85 votosR$ 155
  • Neu Pael PSBR$ 18 mil · 200 votosR$ 90,3
  • Joao Pedro MDBR$ 38 mil · 656 votosR$ 57,3
  • Caçula PSBR$ 19 mil · 381 votosR$ 48,6
  • Jeto PSBR$ 18 mil · 447 votosR$ 40
  • Gi CIDADANIAR$ 19 mil · 513 votosR$ 36,5
  • Sergio Silva PSDBR$ 28 mil · 783 votosR$ 35,8
  • Marlão PLR$ 30 mil · 881 votosR$ 34,6
  • Juraci PSCR$ 15 mil · 517 votosR$ 28,9
  • Nô DEMR$ 14 mil · 545 votosR$ 25,6
  • Wandressa Barbosa PSBR$ 13 mil · 624 votosR$ 20,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.