Apuração
Vereador · 2016 · CIDADANIA

Gi

Giancarlo Mariano da Rocha · nasceu em 1975

Gi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA−0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008CIDADANIA2012CIDADANIA2016CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PDT (2004), CIDADANIA (2008–2016).

VereadorPartidoPDTCIDADANIA2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior incompleto, padeiro, confeiteiro e assemelhados, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Rio Brilhante (MS)
    CIDADANIA 23123· centro
    suplente513 votos
  2. 2012
    Vereador · Rio Brilhante (MS)
    CIDADANIA 23123· centro
    eleito494 votos
  3. 2008
    Vereador · Rio Brilhante (MS)
    CIDADANIA 23123· centro
    suplente520 votos
  4. 2004
    Vereador · Rio Brilhante (MS)
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente203 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gi declarou R$ 99,1 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 99,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 61.000 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • GiR$ 99,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 99,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Gi declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 19 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Rio Brilhante (MS) · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 18,9 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,9 mil.
  1. PessoasR$ 12 mil63,5%
  2. Próprio bolsoR$ 6.47734,3%
  3. Outros candidatosR$ 2431,3%
  4. PartidoR$ 1620,9%

Para onde foi

R$ 18,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,7 mil.
  1. TransporteR$ 7.04437,6%
  2. PessoalR$ 5.66730,3%
  3. Material impressoR$ 4.56824,4%
  4. OutrosR$ 1.0935,8%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 3241,7%
  6. EscritórioR$ 280,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Brilhante (MS), 2016

Gi: R$ 36,5 por voto (mediana da disputa, R$ 36,5). Quem venceu, Wandressa Barbosa, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 20,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Gi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Beatriz MDBR$ 13 mil · 85 votosR$ 155
  • Neu Pael PSBR$ 18 mil · 200 votosR$ 90,3
  • Joao Pedro MDBR$ 38 mil · 656 votosR$ 57,3
  • Caçula PSBR$ 19 mil · 381 votosR$ 48,6
  • Jeto PSBR$ 18 mil · 447 votosR$ 40
  • Gi CIDADANIAR$ 19 mil · 513 votosR$ 36,5
  • Sergio Silva PSDBR$ 28 mil · 783 votosR$ 35,8
  • Marlão PLR$ 30 mil · 881 votosR$ 34,6
  • Juraci PSCR$ 15 mil · 517 votosR$ 28,9
  • Nô DEMR$ 14 mil · 545 votosR$ 25,6
  • Wandressa Barbosa PSBR$ 13 mil · 624 votosR$ 20,2

Votos por real

  • 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.