Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Professor Fabinho

Fabio Antonio Barbosa · nasceu em 1982

Professor Fabinho disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Querência (MT)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Querência (MT)
    MDB 15456· centro-direita
    suplente227 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor Fabinho declarou R$ 58,5 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 58,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 36.001 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Professor FabinhoR$ 58,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 58,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Professor Fabinho declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Querência (MT) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 35,2 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 16,6 mil47,3%
  2. PessoasR$ 14,4 mil40,8%
  3. Outros candidatosR$ 3.80810,8%
  4. PartidoR$ 3661%

Para onde foi

R$ 35,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,1 mil.
  1. TransporteR$ 12,4 mil35,2%
  2. PessoalR$ 11,9 mil34%
  3. ServiçosR$ 5.84516,6%
  4. Material impressoR$ 2.2446,4%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.9275,5%
  6. EscritórioR$ 8112,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Querência (MT), 2016

Professor Fabinho: R$ 155 por voto (mediana da disputa, R$ 181). Quem venceu, Celso Da Retífica, gastou R$ 90,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 758; o mais barato, R$ 90,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Fabinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Alexandra Professora PPR$ 32 mil · 42 votosR$ 758
  • Maguila Chaveiro PROSR$ 27 mil · 51 votosR$ 522
  • Neuri Wink PPR$ 68 mil · 234 votosR$ 290
  • Elson Batista PSBR$ 33 mil · 149 votosR$ 221
  • Kekinha Chaveiro PPR$ 24 mil · 111 votosR$ 214
  • Rozaine Presença PSDBR$ 36 mil · 200 votosR$ 182
  • Telmo Brito PDTR$ 35 mil · 191 votosR$ 181
  • Nego Mariani MDBR$ 24 mil · 139 votosR$ 173
  • Professor Fabinho MDBR$ 35 mil · 227 votosR$ 155
  • Domingos Roberti PLR$ 34 mil · 301 votosR$ 114
  • Marcos Amorin PSDBR$ 42 mil · 390 votosR$ 107
  • Celso Da Retífica MDBR$ 26 mil · 286 votosR$ 90,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 6,5 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.