Professor Fabinho
Fábio Henrique de Oliveira · nasceu em 1978
Professor Fabinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PL (2008–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Fabinho declarou R$ 88,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 43,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Professor FabinhoR$ 88,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Quotas de capital da empresa f. h. de oliveiraR$ 86,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Conta correnteR$ 1.928Conta corrente no país
- Conta corrente junto ao bradescoR$ 72Conta corrente no país
- Aplicacao financeira junto a caixa economica federalR$ 14Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Fabinho declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Loanda (PR) · PSB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.00767,7%
- Outros candidatosR$ 1.43432,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.12371,5%
- Material impressoR$ 84528,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Loanda (PR), 2020
Professor Fabinho: R$ 12 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Bruno Peres, gastou R$ 9,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 127; o mais barato, R$ 9,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Fabinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raquel Cardoso PTR$ 2,4 mil · 19 votosR$ 127
- Polaco Da Pá PSBR$ 8 mil · 205 votosR$ 38,8
- Dr Luiz SOLIDARIEDADER$ 12 mil · 339 votosR$ 35
- Edmar Gerosa PSBR$ 8,7 mil · 268 votosR$ 32,3
- Nilson Spinardi (Peba) PSBR$ 5 mil · 172 votosR$ 29,3
- Lucas Camilo PROSR$ 3,6 mil · 143 votosR$ 25
- Pedrinho Teodoro PSDR$ 12 mil · 647 votosR$ 18,4
- Ellington Da Academia Tigrão REPUBLICANOSR$ 2,5 mil · 138 votosR$ 18,1
- Bal PROSR$ 5,7 mil · 377 votosR$ 15,2
- Jandira PROSR$ 5,7 mil · 449 votosR$ 12,8
- Professor Fabinho PSBR$ 3 mil · 248 votosR$ 12
- Bruno Peres SOLIDARIEDADER$ 7,3 mil · 743 votosR$ 9,86
Votos por real
- 2020, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.