Edison Artmann
Edison Luis Artmann · nasceu em 1965
Edison Artmann se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Panambi (RS)PT 13· esquerdaNa chapa de Paulo Sergiochapa não eleita2.164 votos da chapa, 9,1%
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Edison Artmann declarou R$ 615,5 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Edison Artmann declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Panambi (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.80570,1%
- Outros candidatosR$ 92917,1%
- PessoasR$ 4057,5%
- PartidoR$ 2915,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.07257,1%
- Material impressoR$ 1.03619,3%
- ServiçosR$ 69612,9%
- OutrosR$ 2675%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1863,5%
- EscritórioR$ 1252,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Panambi (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,8 por voto. Quem venceu, Serchaple, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,9; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neri Munchen MDBR$ 11 mil · 180 votosR$ 58,9
- João Brasil MDBR$ 7,3 mil · 186 votosR$ 39,4
- Delaval PPR$ 9,6 mil · 261 votosR$ 36,6
- Daniel Carvalho Santos PPR$ 16 mil · 513 votosR$ 31
- Nara Graeff PTR$ 7,3 mil · 272 votosR$ 26,8
- Léo Almeida PPR$ 14 mil · 687 votosR$ 19,9
- Paulo Sergio PTR$ 15 mil · 787 votosR$ 18,8
- Ilmo Springer PPR$ 9,9 mil · 560 votosR$ 17,6
- Beti Souza PDTR$ 9,3 mil · 599 votosR$ 15,5
- Marlon Wink PSBR$ 8,5 mil · 655 votosR$ 13
- Ibraim Chagas PSDBR$ 9,3 mil · 800 votosR$ 11,6
- Serchaple PDTR$ 7,3 mil · 655 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.