Daniel Carvalho Santos
nasceu em 1955
Daniel Carvalho Santos se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Daniel Carvalho Santos declarou R$ 539,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 463,5 mil acima da inflação.
Declarou 7,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Daniel Carvalho SantosR$ 539,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa de alvenaria com 121R$ 260,9 milCasa
- Camioneta Marca Fiat/Toro VolcanoR$ 191,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno urbano com 650 M2 na rua joseph gerog lambert…R$ 48,7 milTerreno
- Banrisul S/A. saldo em aplicação renda fixaR$ 38,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Daniel Carvalho Santos declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 18 mil, 0,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Panambi (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17 mil96,7%
- PartidoR$ 2621,5%
- PessoasR$ 1620,9%
- Fundo partidárioR$ 1490,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,7 mil67%
- PessoalR$ 3.23820,3%
- TransporteR$ 1.83011,5%
- ServiçosR$ 1621%
- EscritórioR$ 280,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Panambi (RS), 2016
Daniel Carvalho Santos: R$ 31 por voto (mediana da disputa, R$ 18,8). Quem venceu, Serchaple, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,9; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Daniel Carvalho Santos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neri Munchen MDBR$ 11 mil · 180 votosR$ 58,9
- João Brasil MDBR$ 7,3 mil · 186 votosR$ 39,4
- Delaval PPR$ 9,6 mil · 261 votosR$ 36,6
- Daniel Carvalho Santos PPR$ 16 mil · 513 votosR$ 31
- Nara Graeff PTR$ 7,3 mil · 272 votosR$ 26,8
- Léo Almeida PPR$ 14 mil · 687 votosR$ 19,9
- Paulo Sergio PTR$ 15 mil · 787 votosR$ 18,8
- Ilmo Springer PPR$ 9,9 mil · 560 votosR$ 17,6
- Beti Souza PDTR$ 9,3 mil · 599 votosR$ 15,5
- Marlon Wink PSBR$ 8,5 mil · 655 votosR$ 13
- Ibraim Chagas PSDBR$ 9,3 mil · 800 votosR$ 11,6
- Serchaple PDTR$ 7,3 mil · 655 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.