Apuração
Prefeito · 2020 · PC do B

Professor Edilson

Edilson José Graciolli · nasceu em 1963

Professor Edilson se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,62← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PC do B2018PC do B2020PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. federalPrefeitoVereadorPartidoPC do B201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Uberlândia (MG)
    PC do B 65· esquerda
    não eleito949 votos, 0,3%
  2. 2018
    Deputado federal · Minas Gerais
    PC do B 6500· esquerda
    suplente1.816 votos; 357º mais votado de 825 no estado
  3. 2016
    Vereador · Uberlândia (MG)
    PC do B 65100· esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professor Edilson teve 1.816 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 357º lugar entre 825 candidatos.

Recebeu votos em 114 cidades. Uberlândia deu 62,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,0%.

1.816 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.816 votos.
  1. Uberlândia (MG)1.133 votos62,4%
  2. Juiz de Fora (MG)213 votos11,7%
  3. Belo Horizonte (MG)51 votos2,8%
  4. Tupaciguara (MG)45 votos2,5%
  5. Ituiutaba (MG)38 votos2,1%
  6. Outras 99 cidades199 votos11%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Professor Edilson declarou R$ 573,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 135,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 573,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 399.060 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.

  • Professor EdilsonR$ 573,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 573,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Apartamento situado à Rua Nordau Gonçalves de MeloR$ 305 mil
    Apartamento
  2. 30% de prédio comercial situado à Avenida Jundiaí 667R$ 107,7 mil
    Prédio comercial
  3. Veículo Renault/Duster 2019/2020R$ 100,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 50% do lote 13R$ 40,9 mil
    Terreno
  5. 50% do lote 15R$ 9.038
    Terreno
  6. Poupança variação 51 junto ao BBR$ 8.074
    Caderneta de poupança
  7. Conta corrente junto à CEFR$ 1.176
    Conta corrente no país
  8. Conta corrente junto ao BBR$ 743
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Edilson declarou ao TSE R$ 199 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 149 mil, 95% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Uberlândia (MG) · PC do B · não eleito

De onde veio

R$ 148,7 mil
95% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 148,7 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Comunista Do Brasil - Brasil - Br - NacionalR$ 141,5 mil95,2%
  2. PartidoR$ 5.9444%
  3. PessoasR$ 1.2030,8%
  4. Próprio bolsoR$ 65< 0,1%

Para onde foi

R$ 147,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 147,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Amr Representacoes E Comunicacoes - EireliR$ 42,5 mil28,8%
  2. PessoalR$ 3.1842,2%
  3. EscritórioR$ 5140,3%
  4. InternetR$ 2690,2%

Quanto custou cada voto: prefeito, Uberlândia (MG), 2020

Professor Edilson: R$ 155 por voto (mediana da disputa, R$ 24,1). Quem venceu, Odelmo Leão, gastou R$ 3,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 3,53.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Edilson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 7,4 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 66 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.