Professor Dorival
Dorival Pereira Oliveira · nasceu em 1969
Professor Dorival se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · BahiaPT 13500· centro-esquerdasuplente3.027 votos; 237º mais votado de 550 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Professor Dorival teve 3.027 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 237º lugar entre 550 candidatos.
Recebeu votos em 70 cidades. Paulo Afonso deu 65,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Professor Dorival declarou R$ 62 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 21,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- Professor DorivalR$ 62 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Dorival declarou ao TSE R$ 73 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Paulo Afonso (BA) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 18,9 mil93,1%
- EmpresasR$ 1.4086,9%
Para onde foi
- PessoalR$ 15 mil73,8%
- TransporteR$ 2.34511,5%
- Material impressoR$ 2.22210,9%
- EscritórioR$ 7503,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Paulo Afonso (BA), 2008
Professor Dorival: R$ 39,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,8). Quem venceu, Daniel Luiz, gastou R$ 6,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,6; o mais barato, R$ 6,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Dorival. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adauto PTR$ 45 mil · 636 votosR$ 70,6
- Professor Dorival PTR$ 20 mil · 509 votosR$ 39,9
- Regivaldo Coriolano PC do BR$ 33 mil · 1.223 votosR$ 27
- Petrônio Nogueira DEMR$ 47 mil · 1.775 votosR$ 26,7
- Celso Brito PSBR$ 31 mil · 1.528 votosR$ 20,4
- Delmiro Do Bode PHSR$ 24 mil · 1.169 votosR$ 20,1
- Zé Ivaldo PVR$ 17 mil · 886 votosR$ 18,8
- Dinho PSCR$ 15 mil · 826 votosR$ 18,5
- Ivanete Do São José PC do BR$ 17 mil · 908 votosR$ 18,4
- Dr.Gilson PSBR$ 22 mil · 1.426 votosR$ 15,2
- Ozildo Alves PODER$ 25 mil · 2.110 votosR$ 11,9
- Daniel Luiz PSDBR$ 18 mil · 2.736 votosR$ 6,73
Votos por real
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 78 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.