Professor Diogo
Diogo Siqueira de Souza · nasceu em 1986
Professor Diogo se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2024.
Passou por 3 partidos: PPL (2016), PC do B (2020), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Diogo declarou R$ 34,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 258,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Professor DiogoR$ 34,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CarroR$ 14,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 11 milDinheiro em espécie
- Conta correnteR$ 4.252Conta corrente no país
- PoupançaR$ 3.927Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Diogo declarou ao TSE R$ 95 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 45 mil, 60% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Timóteo (MG) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 12,6 mil27,9%
- Próprio bolsoR$ 5.69612,6%
- Outros candidatosR$ 890,2%
Para onde foi
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 7.76517,2%
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 4.59410,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.6333,6%
- ServiçosR$ 1.4223,2%
- EventosR$ 3280,7%
- OutrosR$ 310,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Timóteo (MG), 2024
Professor Diogo: R$ 61,2 por voto (mediana da disputa, R$ 45,2). Quem venceu, Thiago Torres, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 396; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Diogo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rubia Enfermeira PLR$ 22 mil · 55 votosR$ 396
- Magna Costa PLR$ 22 mil · 236 votosR$ 92,7
- Beth PTR$ 16 mil · 216 votosR$ 73,9
- Adriano Alvarenga PRDR$ 67 mil · 1.073 votosR$ 62,2
- Professor Diogo PTR$ 45 mil · 736 votosR$ 61,2
- Elenice Ribeiro PLR$ 23 mil · 455 votosR$ 51,3
- Nelinho Ribeiro SOLIDARIEDADER$ 18 mil · 400 votosR$ 45,2
- Dr Brinnel Tozatti PLR$ 28 mil · 712 votosR$ 39,9
- Kiko Silveira PLR$ 19 mil · 503 votosR$ 37,3
- Fabiano Ferreirah REPUBLICANOSR$ 37 mil · 1.156 votosR$ 32,1
- Reygler Max PRDR$ 21 mil · 1.126 votosR$ 18,4
- Thiago Torres NOVOR$ 17 mil · 1.181 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2024, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.