Apuração
Vereador · 2020 · PROS

Professor Carlão

Carlos Alberto Caetano · nasceu em 1966

Professor Carlão se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPROS−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSTU2006PSTU2014PDT2020PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSTU (2004–2006), PDT (2014), PROS (2020).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSTUPDTPROS’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Cuiabá (MT)
    PROS 90999· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PDT 12200· centro-esquerda· na urna, Carlos A. Caetano
    candidatura não chegou à urna
  3. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PSTU 16016· esquerda· na urna, Carlão
    não eleito252 votos; 129º mais votado de 171 no estado
  4. 2004
    Prefeito · Cuiabá (MT)
    PSTU 16· esquerda· na urna, Carlão
    não eleito655 votos, 0,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Professor Carlão teve 252 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 129º lugar entre 171 candidatos.

Recebeu votos em 21 cidades. Cuiabá deu 74,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.

252 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 252 votos.
  1. Cuiabá (MT)187 votos74,2%
  2. Várzea Grande (MT)21 votos8,3%
  3. Nossa Senhora do Livramento (MT)14 votos5,6%
  4. Torixoréu (MT)4 votos1,6%
  5. Cáceres (MT)3 votos1,2%
  6. Outras 6 cidades6 votos2,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Professor Carlão declarou R$ 50,7 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 50,7 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 17.000 na declaração)

Declarou 25% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2006.

  • Professor CarlãoR$ 50,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 199,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 50,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Carlão declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 16 mil, 56% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Cuiabá (MT) · PROS · suplente

De onde veio

R$ 16,3 mil
56% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,3 mil.
  1. Outros candidatosR$ 12,1 mil74,2%
  2. PessoasR$ 4.21025,8%

Para onde foi

R$ 16,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,2 mil.
  1. PessoalR$ 14,6 mil90,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 8495,2%
  3. Material impressoR$ 4602,8%
  4. EscritórioR$ 2831,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Cuiabá (MT), 2020

Mediana da disputa: R$ 164 por voto. Quem venceu, Diego Guimarães, gastou R$ 48 por voto. O voto mais caro custou R$ 639; o mais barato, R$ 48.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tania Mendes PATRIOTAR$ 240 mil · 375 votosR$ 639
  • Juliana Saturno PTBR$ 218 mil · 344 votosR$ 632
  • Cely Almeida PTBR$ 305 mil · 798 votosR$ 382
  • Misael Galvão PTBR$ 466 mil · 1.749 votosR$ 266
  • Luluca Ribeiro MDBR$ 296 mil · 1.257 votosR$ 236
  • Maria Avalone PSDBR$ 235 mil · 1.307 votosR$ 180
  • Bruno Modelo PSBR$ 271 mil · 1.652 votosR$ 164
  • Luis Claudio PPR$ 432 mil · 3.001 votosR$ 144
  • Dr Ricardo Saad PSDBR$ 214 mil · 1.605 votosR$ 133
  • Zidiel Coutinho PVR$ 232 mil · 1.762 votosR$ 132
  • Renivaldo Nascimento PSDBR$ 206 mil · 2.606 votosR$ 79,2
  • Diego Guimarães CIDADANIAR$ 201 mil · 4.179 votosR$ 48

Votos por real

  • 2020, vereador: 9,7 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 177 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 242 votos por R$ 1.000, 9,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.