Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Professor Alexandre

Alexandre Mazon · nasceu em 1973

Professor Alexandre disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Miraí (MG)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,35← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Miraí (MG)
    MDB 15123· centro-direita
    suplente167 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Professor Alexandre declarou R$ 346,2 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 346,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 241.000 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Professor AlexandreR$ 346,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 346,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Professor Alexandre declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · Miraí (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 4.895
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.895.
  1. Próprio bolsoR$ 2.45450,1%
  2. PartidoR$ 1.68834,5%
  3. PessoasR$ 75315,4%

Para onde foi

R$ 1.180
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.180.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 99183,9%
  2. Material impressoR$ 19016,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Miraí (MG), 2020

Professor Alexandre: R$ 7,07 por voto (mediana da disputa, R$ 13,8). Quem venceu, Millena Rocha, gastou R$ 6,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 3,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Alexandre. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Zumbi SOLIDARIEDADER$ 1,7 mil · 14 votosR$ 121
  • Marquinho Do Megasom SOLIDARIEDADER$ 2,2 mil · 31 votosR$ 70,8
  • Jeferson MDBR$ 2,3 mil · 75 votosR$ 30
  • Izabel Do Paulinho MDBR$ 2 mil · 111 votosR$ 18,1
  • Baixinho Do Povo SOLIDARIEDADER$ 3,5 mil · 231 votosR$ 14,9
  • Rogerio Da Menzina SOLIDARIEDADER$ 3,9 mil · 267 votosR$ 14,7
  • Tati REDER$ 1,3 mil · 93 votosR$ 13,8
  • Querosene SOLIDARIEDADER$ 1,7 mil · 147 votosR$ 11,5
  • Geraldo Da Cotita REPUBLICANOSR$ 1,2 mil · 136 votosR$ 8,93
  • Professor Alexandre MDBR$ 1,2 mil · 167 votosR$ 7,07
  • Millena Rocha MDBR$ 2,1 mil · 336 votosR$ 6,30
  • Almir Alves MDBR$ 824 · 256 votosR$ 3,22

Votos por real

  • 2020, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.