Professor Alberto
Alberto Nunes Pinto · nasceu em 1971
Professor Alberto se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2020.
Passou por 4 partidos: PT (2004–2008), PTB (2012), PT (2016), DEM (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Balneário Pinhal (RS)PTB 14· centro-direita· na urna, Prof. AlbertoNa chapa de Marcia Tedescochapa não eleita3.348 votos da chapa, 49,7%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Alberto declarou R$ 448,5 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 340,6 mil acima da inflação.
Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Professor AlbertoR$ 448,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Alberto declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 13 mil, 81% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Balneário Pinhal (RS) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 10,9 mil81,5%
- Próprio bolsoR$ 1.0948,1%
- PessoasR$ 7665,7%
- Outros candidatosR$ 6234,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 6.92354,1%
- Material impressoR$ 3.24625,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0948,5%
- InternetR$ 9877,7%
- ServiçosR$ 5474,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Balneário Pinhal (RS), 2024
Professor Alberto: R$ 79,5 por voto (mediana da disputa, R$ 86,3). Quem venceu, Jeanine Palharin, gastou R$ 39,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 8.750; o mais barato, R$ 39,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Alberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tina Cardoso PVR$ 17 mil · 2 votosR$ 8.750
- Mãe Cinara REPUBLICANOSR$ 11 mil · 6 votosR$ 1.823
- Miriam Corrêa PTR$ 17 mil · 22 votosR$ 775
- Alex Da Saúde PLR$ 9,6 mil · 67 votosR$ 143
- José Santos REPUBLICANOSR$ 11 mil · 79 votosR$ 138
- Claúdia Perez PLR$ 11 mil · 100 votosR$ 113
- Alequis PSBR$ 9,8 mil · 114 votosR$ 86,3
- Professor Alberto PSDR$ 13 mil · 161 votosR$ 79,5
- Leandro Elias PLR$ 8 mil · 110 votosR$ 72,4
- Pri Espindola PSDBR$ 8,3 mil · 122 votosR$ 67,7
- Hans Tassoni PLR$ 9,5 mil · 176 votosR$ 54,1
- Jeanine Palharin MDBR$ 10 mil · 255 votosR$ 39,8
Votos por real
- 2024, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.