Prof. Thiago
Thiago Baldrighi · nasceu em 1979
Prof. Thiago se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, pedagogo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Thiago declarou R$ 389,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 935,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Prof. ThiagoR$ 389,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Thiago declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sapezal (MT) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.27569,7%
- Próprio bolsoR$ 1.86230,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.85046,8%
- TransporteR$ 1.96132,2%
- Material impressoR$ 1.27621%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapezal (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 178 por voto. Quem venceu, Manezinho, gastou R$ 71 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.021; o mais barato, R$ 71.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lis DCR$ 33 mil · 32 votosR$ 1.021
- Borsatti Do Canarinho DEMOCRATAR$ 17 mil · 18 votosR$ 952
- Dr. Morandini PSDR$ 36 mil · 95 votosR$ 378
- Saulo Goiano PSDR$ 25 mil · 94 votosR$ 270
- Carol PHSR$ 58 mil · 238 votosR$ 242
- Izequiel MDBR$ 29 mil · 146 votosR$ 201
- Bárbara Sachetti PSBR$ 43 mil · 243 votosR$ 178
- Geleia PSBR$ 24 mil · 134 votosR$ 175
- Arnaldo Jairi DCR$ 17 mil · 118 votosR$ 147
- Indiamara PSBR$ 19 mil · 196 votosR$ 96,3
- Ronaldo Gato PSDR$ 41 mil · 458 votosR$ 89,1
- Manezinho PROSR$ 25 mil · 346 votosR$ 71
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,9 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.