Dr. Morandini
Irui Carlos Morandini · nasceu em 1952
Dr. Morandini se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2006–2010), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado estadual · Mato GrossoPTB 14111· centro-direita· na urna, Dr Morandinisuplente2.270 votos; 98º mais votado de 226 no estado
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPTB 14111· centro-direitasuplente2.781 votos; 70º mais votado de 171 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dr. Morandini teve 2.270 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 98º lugar entre 226 candidatos.
Recebeu votos em 38 cidades. Comodoro deu 55,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dr. Morandini declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 147,3 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Dr. MorandiniR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Morandini declarou ao TSE R$ 242 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 206 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sapezal (MT) · PSD · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 28,5 mil79,4%
- PartidoR$ 7.41120,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 22,8 mil63,4%
- Material impressoR$ 5.45715,2%
- PessoalR$ 2.8507,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.8347,9%
- ServiçosR$ 1.6844,7%
- EscritórioR$ 3240,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapezal (MT), 2016
Dr. Morandini: R$ 378 por voto (mediana da disputa, R$ 178). Quem venceu, Manezinho, gastou R$ 71 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.021; o mais barato, R$ 71.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dr. Morandini. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lis DCR$ 33 mil · 32 votosR$ 1.021
- Borsatti Do Canarinho DEMOCRATAR$ 17 mil · 18 votosR$ 952
- Dr. Morandini PSDR$ 36 mil · 95 votosR$ 378
- Saulo Goiano PSDR$ 25 mil · 94 votosR$ 270
- Carol PHSR$ 58 mil · 238 votosR$ 242
- Izequiel MDBR$ 29 mil · 146 votosR$ 201
- Bárbara Sachetti PSBR$ 43 mil · 243 votosR$ 178
- Geleia PSBR$ 24 mil · 134 votosR$ 175
- Arnaldo Jairi DCR$ 17 mil · 118 votosR$ 147
- Indiamara PSBR$ 19 mil · 196 votosR$ 96,3
- Ronaldo Gato PSDR$ 41 mil · 458 votosR$ 89,1
- Manezinho PROSR$ 25 mil · 346 votosR$ 71
Votos por real
- 2016, vereador: 2,6 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.