Prof. Sidney
Sidney Sebastião de Moura e Silva · nasceu em 1955
Prof. Sidney se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PCB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 57 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof. Sidney declarou R$ 6.574 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 6.908, já descontada a inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Sidney declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Nova Friburgo (RJ) · PCB · não eleito
De onde veio
- PartidoR$ 10,9 mil55,7%
- PessoasR$ 8.70844,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,8 mil60,2%
- TransporteR$ 2.15511%
- EscritórioR$ 2.05310,5%
- EventosR$ 1.4347,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0835,5%
- RepassesR$ 1.0835,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Friburgo (RJ), 2012
Mediana da disputa: R$ 40,1 por voto. Quem venceu, Joelson Do Pote, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ítalo Wermelinger PC do BR$ 91 mil · 694 votosR$ 130
- Ricardo Figueira DCR$ 56 mil · 661 votosR$ 84,1
- Cláudio Damião PTR$ 132 mil · 1.872 votosR$ 70,5
- Renato Abi Ramia MDBR$ 104 mil · 1.713 votosR$ 60,8
- Roberto Wermelinger PSDR$ 53 mil · 1.036 votosR$ 51,5
- Marcos Medeiros PTBR$ 68 mil · 1.689 votosR$ 40,1
- Luciano Faria PDTR$ 54 mil · 1.452 votosR$ 37,5
- Marcelo Verly PSDBR$ 59 mil · 1.631 votosR$ 36
- Dr. Luiz Fernando PDTR$ 69 mil · 2.096 votosR$ 33,1
- Joelson Do Pote PSDR$ 53 mil · 2.643 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 158 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.