Marcos Medeiros
Marcos da Silva Alberto Medeiros · nasceu em 1969
Marcos Medeiros se candidatou em 9 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 7 partidos: PRONA (2004), PTB (2008–2012), PL (2014), PROS (2016), AVANTE (2020), PSDB (2024), DC (2026).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2026: 57 anos, ensino médio, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2026
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroPL 22614· direitasuplente2.608 votos; 333º mais votado de 1.846 no estado
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPTB 14000· centro-direitasuplente13.203 votos; 137º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Marcos Medeiros teve 2.608 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 333º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 32 cidades. Nova Friburgo deu 91,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcos Medeiros declarou R$ 4.419 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 36 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Marcos Medeiros declarou ao TSE R$ 471 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 190 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Nova Friburgo (RJ) · PSDB · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 2.57043,8%
- Outros candidatosR$ 1.66028,3%
- Próprio bolsoR$ 1.64127,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.82890,9%
- InternetR$ 3157,5%
- OutrosR$ 441%
- EscritórioR$ 240,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Friburgo (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 73,9 por voto. Quem venceu, Maiara Felício, gastou R$ 32 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvia Faltz PTR$ 65 mil · 247 votosR$ 263
- Adriano Pequeno PODER$ 77 mil · 306 votosR$ 250
- Poliana Simão MDBR$ 87 mil · 591 votosR$ 148
- Luciana Pires PPR$ 82 mil · 603 votosR$ 136
- Norival PTR$ 71 mil · 646 votosR$ 110
- Christiano Huguenin PPR$ 87 mil · 1.041 votosR$ 84
- Wallace Merchioro PLR$ 88 mil · 1.184 votosR$ 73,9
- Marcos Marins PSDR$ 93 mil · 1.496 votosR$ 62,1
- Professor Andre PLR$ 87 mil · 1.544 votosR$ 56,7
- Cláudio Damião PTR$ 81 mil · 2.034 votosR$ 39,7
- Dirceu Tardem PLR$ 83 mil · 2.128 votosR$ 39
- Maiara Felício PTR$ 83 mil · 2.592 votosR$ 32
Votos por real
- 2024, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.