Apuração
Deputado estadual · 2006 · MOBILIZA

Prof. Sidney

Manoel Sidney de Arruda · nasceu em 1951

Prof. Sidney disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Mato Grosso), pelo MOBILIZA: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,13← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoMOBILIZA2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 55 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso
    MOBILIZA 33133· centro-direita
    suplente832 votos; 103º mais votado de 171 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Prof. Sidney teve 832 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 103º lugar entre 171 candidatos.

Recebeu votos em 29 cidades. Cuiabá deu 59,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,0%.

832 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 832 votos.
  1. Cuiabá (MT)494 votos59,4%
  2. Várzea Grande (MT)125 votos15%
  3. Barão de Melgaço (MT)87 votos10,5%
  4. Santo Antônio do Leverger (MT)33 votos4%
  5. Feliz Natal (MT)18 votos2,2%
  6. Outras 14 cidades17 votos2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Prof. Sidney declarou R$ 656,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 656,1 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 220.000 na declaração)

Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2006.

  • Prof. SidneyR$ 656,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 199,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 656,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Prof. Sidney declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Mato Grosso · MOBILIZA · suplente

De onde veio

R$ 69,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 25,1 mil36%

Para onde foi

R$ 69,6 mil
O maior gasto foi com escritório: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 2.7413,9%
  2. OutrosR$ 2.5213,6%
  3. EventosR$ 1.4652,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2006

Mediana da disputa: R$ 38,6 por voto. Quem venceu, Walter Rabello, gastou R$ 8,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 8,79.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.