Professora Rose
Rose-Mary Fernandes Batista · nasceu em 1974
Professora Rose se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleita em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professora Rose declarou R$ 97,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 689,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Professora RoseR$ 97,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professora Rose declarou ao TSE R$ 77 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 62 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Minaçu (GO) · PROS · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 7.28558,8%
- Próprio bolsoR$ 3.28726,5%
- Fundo partidárioR$ 1.82314,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.85639,2%
- PessoalR$ 4.74438,3%
- Material impressoR$ 1.82314,7%
- OutrosR$ 6485,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3242,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Minaçu (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 83,8 por voto. Quem venceu, Valmir Da Agn, gastou R$ 33,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 710; o mais barato, R$ 33,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Priscila Miranda PSDBR$ 40 mil · 57 votosR$ 710
- Sandra Da Semil PTBR$ 38 mil · 93 votosR$ 409
- Ricardo Franca PTBR$ 21 mil · 58 votosR$ 355
- Dita Godinho REPUBLICANOSR$ 31 mil · 133 votosR$ 237
- Avelino Do Reviver. PSLR$ 37 mil · 163 votosR$ 224
- Miltao Da Barraca PPR$ 30 mil · 150 votosR$ 203
- Fabinho Santana PSBR$ 45 mil · 541 votosR$ 83,8
- Marcio Gordo. PSDBR$ 29 mil · 463 votosR$ 61,9
- Pastor Paulo Silas PRTBR$ 20 mil · 446 votosR$ 43,9
- Prof. Raimundo PROSR$ 20 mil · 561 votosR$ 35,1
- Soldado Tavares PROSR$ 29 mil · 831 votosR$ 34,7
- Valmir Da Agn MDBR$ 23 mil · 687 votosR$ 33,6
Votos por real
- 2016, vereadora: 32 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 355 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.