Professor Raimundo
Raimundo Nonato Ribeiro Barros · nasceu em 1971
Professor Raimundo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: AGIR (2012), PROS (2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Raimundo declarou R$ 141,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 44,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Professor RaimundoR$ 141,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Raimundo declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Minaçu (GO) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Minaçu (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 49,1 por voto. Quem venceu, Marcio Gordo, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 829; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Zelma PROSR$ 14 mil · 17 votosR$ 829
- Neuzely Bretas CIDADANIAR$ 7,2 mil · 93 votosR$ 77,2
- Paula Filha Do Vavá PROSR$ 11 mil · 163 votosR$ 69,8
- Tiago Nunes PROSR$ 31 mil · 572 votosR$ 54
- Rodolfo Torres PSCR$ 13 mil · 245 votosR$ 51,9
- Cida PROSR$ 14 mil · 287 votosR$ 49,1
- Eugenio Romão PSCR$ 11 mil · 403 votosR$ 27,5
- Fabinho Santana PSCR$ 9,6 mil · 409 votosR$ 23,5
- Sargento Junior MDBR$ 14 mil · 672 votosR$ 20,2
- Marcio Gordo PSCR$ 9,1 mil · 900 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.