Prof. Roberto Costa
Roberto Costa de Menezes · nasceu em 1981
Prof. Roberto Costa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 31 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · GoiásPSB 40321· centro-esquerda· na urna, Professor Roberto Costasuplente271 votos; 392º mais votado de 539 no estado
- 2008Vereador · Bom Jardim de Goiás (GO)PSB 40123· centro-esquerda· na urna, Professor Roberto Costasuplente73 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Prof. Roberto Costa teve 271 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 392º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 23 cidades. Bom Jardim de Goiás deu 64,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof. Roberto Costa declarou R$ 133,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2010 e 2012, o total subiu R$ 121,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2012.
- Prof. Roberto CostaR$ 133,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 47,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 141,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Roberto Costa declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,6 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Bom Jardim de Goiás (GO) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 2.13438,2%
- TransporteR$ 1.96035,1%
- Material impressoR$ 1.49526,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Jardim de Goiás (GO), 2012
Prof. Roberto Costa: R$ 124 por voto (mediana da disputa, R$ 29,4). Quem venceu, Zizi, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 308; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Roberto Costa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleia Guedes PLR$ 12 mil · 38 votosR$ 308
- Prof. Roberto Costa PSBR$ 5,6 mil · 45 votosR$ 124
- Niltinho PSDBR$ 25 mil · 281 votosR$ 87,9
- Horacio PTR$ 8,4 mil · 153 votosR$ 54,9
- Netinho PTR$ 7,8 mil · 146 votosR$ 53,4
- Idenio PTR$ 5,3 mil · 110 votosR$ 48
- Celio Do Potencia PSDR$ 13 mil · 442 votosR$ 29,4
- Prof. Werlen PTR$ 10 mil · 367 votosR$ 28
- Edileuza Lemos PSDBR$ 5,7 mil · 208 votosR$ 27,4
- Zezinho Do Dé MDBR$ 6,3 mil · 355 votosR$ 17,8
- Odair Do Odelio MDBR$ 5,4 mil · 342 votosR$ 15,7
- Zizi PPR$ 5,5 mil · 353 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2012, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 111 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.