Apuração
Prefeito · 2024 · PSOL

Prof. Nelson

Nelson Aleixo da Silva Junior · nasceu em 1969

Prof. Nelson se candidatou em 7 eleições, de 2010 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSOL2014PSOL2016PSOL2018PSOL2020PC do B2022PSOL2024PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSOL (2010–2018), PC do B (2020), PSOL (2022–2024).

GovernadorSenadorDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSOLPC do BPSOL20102012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, preta em 2016, parda em 2018, preta em 2022, parda em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PSOL 50· esquerda
    não eleito1.403 votos, 0,6%
  2. 2022
    Deputado estadual · Paraíba
    PSOL 50500· esquerda· na urna, Professor Nelson Junior
    suplente1.208 votos; 139º mais votado de 398 no estado
  3. 2020
    PC do B 65500· esquerda· na urna, Professor Nelson Júnior
    suplente
  4. 2018
    Senador · Paraíba
    PSOL 500· esquerda· na urna, Professor Nelson Júnior
    não eleito82.153 votos, 2,4%
  5. 2016
    Vereador · João Pessoa (PB)
    PSOL 50150· esquerda· na urna, Nelson Júnior
    não eleito
  6. 2014
    Senador · Paraíba
    PSOL 500· esquerda· na urna, Nelson Júnior
    não eleito11.502 votos, 0,7%
  7. 2010
    Governador · Paraíba
    PSOL 50· esquerda· na urna, Nelson Junior
    não eleito12.471 votos, 0,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Prof. Nelson teve 1.208 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 139º lugar entre 398 candidatos.

Recebeu votos em 88 cidades. João Pessoa deu 36,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,5%.

1.208 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 1.208 votos.
  1. João Pessoa (PB)446 votos36,9%
  2. Campina Grande (PB)362 votos30%
  3. Cabedelo (PB)76 votos6,3%
  4. Pedras de Fogo (PB)28 votos2,3%
  5. Patos (PB)20 votos1,7%
  6. Outras 73 cidades163 votos13,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Prof. Nelson declarou R$ 205,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2024, o total subiu R$ 180,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 205,5 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 186.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2024.

  • Prof. NelsonR$ 205,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 232,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 259,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 205,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 7 campanhas com contas prestadas, Prof. Nelson declarou ao TSE R$ 148 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 34 mil, 87% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Prefeito · Campina Grande (PB) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 17,1 mil
84% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 2.73416%

Para onde foi

R$ 13,9 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 7665,5%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 7665,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Campina Grande (PB), 2024

Prof. Nelson : R$ 9,93 por voto (mediana da disputa, R$ 65,9). Quem venceu, Bruno Cunha Lima, gastou R$ 65,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 199; o mais barato, R$ 9,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Nelson . É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, prefeito: 101 votos por R$ 1.000, 7,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2022, deputado estadual: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
  • 2018, senador: 6.981 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.