Apuração
Vereador · 2012 · PT

Prof. Moacir

Moacir Nillio de Souza · nasceu em 1964

Prof. Moacir disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Guarulhos (SP)), pelo PT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Guarulhos (SP)
    PT 13713· centro-esquerda
    eleito6.323 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Prof. Moacir declarou R$ 576,7 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 576,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 263.179 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Prof. MoacirR$ 576,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 576,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. 50 Por cento do imóvel localizado no jardim presidente dutraR$ 263 mil
    Casa
  2. 50 Por cento do apartamento localizado no bairro do macedoR$ 175,3 mil
    Apartamento
  3. Aplicação em CDB estilo do banco do brasilR$ 125,3 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. 1/16 Parte de imóvel adquirido por herança paternaR$ 13,1 mil
    Casa

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Prof. Moacir declarou ao TSE R$ 641 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Guarulhos (SP) · PT · eleito

De onde veio

R$ 641,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 70 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 641,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas70 pessoas, não nomeadasR$ 350,2 mil54,6%
  2. Próprio bolsoR$ 17,1 mil2,7%
  3. PartidoR$ 5.7320,9%
  4. Outros candidatosR$ 6240,1%

Para onde foi

R$ 638,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 638,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal69 pessoas, não nomeadasR$ 283,4 mil44,4%
  2. EventosTudo de Posadas Do Brasil Empreendimentos Hoteleiros LtdaR$ 55,1 mil8,6%
  3. OutrosR$ 46,9 mil7,3%
  4. EscritórioR$ 31,9 mil5%
  5. InternetR$ 1.1700,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Guarulhos (SP), 2012

Prof. Moacir: R$ 101 por voto (mediana da disputa, R$ 101). Quem venceu, Gileno, gastou R$ 61,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 612; o mais barato, R$ 61,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Moacir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 9,9 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.