Prof. Lenildo Martins
Lenildo Martins Lustosa Pereira · nasceu em 1986
Prof. Lenildo Martins disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Boa Hora (PI)), pelo PSB: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Lenildo Martins declarou R$ 555,6 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Prof. Lenildo MartinsR$ 555,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Prof. Lenildo Martins declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Boa Hora (PI) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,9 mil95,7%
- Outros candidatosR$ 4864,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.09262,2%
- ServiçosR$ 3.20628,1%
- Material impressoR$ 7776,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3242,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Boa Hora (PI), 2016
Prof. Lenildo Martins: R$ 59,7 por voto (mediana da disputa, R$ 67,8). Quem venceu, Nenê Pezão, gastou R$ 57,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 152; o mais barato, R$ 57,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Lenildo Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Raimundo PSDBR$ 23 mil · 153 votosR$ 152
- Vitamina MDBR$ 26 mil · 198 votosR$ 131
- Carlão PSDR$ 17 mil · 174 votosR$ 97,1
- Epitácio PSDR$ 21 mil · 246 votosR$ 85,7
- Gilvan Resende PSDR$ 15 mil · 176 votosR$ 83,9
- Conceição Do Sindicato PC do BR$ 17 mil · 229 votosR$ 72,8
- Tiago Soares MDBR$ 17 mil · 256 votosR$ 67,8
- Dr. Cantuária PTR$ 17 mil · 256 votosR$ 67,4
- Dr. Pedro PSDR$ 12 mil · 188 votosR$ 66,1
- Nato Peças CIDADANIAR$ 12 mil · 191 votosR$ 63,4
- Prof. Lenildo Martins PSBR$ 11 mil · 191 votosR$ 59,7
- Nenê Pezão PSDR$ 12 mil · 202 votosR$ 57,7
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.