Apuração
Vereador · 2016 · PT

Prof. Leandro Lopes

Leandro de Jesus Dias Lopes · nasceu em 1977

Prof. Leandro Lopes disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Lavras do Sul (RS)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Lavras do Sul (RS)
    PT 13456· centro-esquerda
    suplente100 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Prof. Leandro Lopes declarou R$ 172,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 172,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 106.000 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Prof. Leandro LopesR$ 172,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 172,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Prof. Leandro Lopes declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Lavras do Sul (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 7.238
0% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.238.
  1. Próprio bolsoR$ 3.90253,9%
  2. PessoasR$ 3.33646,1%

Para onde foi

R$ 7.238
O maior gasto foi com pessoal: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.238.
  1. PessoalR$ 2.85039,4%
  2. Material impressoR$ 2.03228,1%
  3. TransporteR$ 1.87025,8%
  4. OutrosR$ 4866,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Lavras do Sul (RS), 2016

Prof. Leandro Lopes: R$ 72,4 por voto (mediana da disputa, R$ 42,4). Quem venceu, Rosane Costa, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Leandro Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Maria Luz PSBR$ 4,1 mil · 29 votosR$ 141
  • Reinaldo Teixeira PPR$ 4,7 mil · 54 votosR$ 87,6
  • Prof. Leandro Lopes PTR$ 7,2 mil · 100 votosR$ 72,4
  • Neco Teixeira PSBR$ 4,6 mil · 78 votosR$ 58,5
  • Enfermeira Luzia PPR$ 4,4 mil · 92 votosR$ 47,5
  • Professora Mariza PPR$ 14 mil · 336 votosR$ 42,4
  • Cadico La Bella PPR$ 7,1 mil · 228 votosR$ 31,1
  • Eduardo Luongo PSBR$ 6,7 mil · 218 votosR$ 30,6
  • Alemão Do Som DEMR$ 3,5 mil · 131 votosR$ 26,8
  • Guto Do Taxi PPR$ 7,5 mil · 320 votosR$ 23,6
  • Rosane Costa PDTR$ 3,3 mil · 217 votosR$ 15,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.