Apuração
Deputado federal · 2014 · MDB

Prof. João Eduardo Reymunde

João Eduardo Quevedo Reymunde · nasceu em 1971

Prof. João Eduardo Reymunde se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSDB2010PTB2014MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 3 partidos: PSDB (2006), PTB (2010), MDB (2014).

Dep. federalDep. estadualPartidoPSDBPTBMDB20062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2014: 43 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1562· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 307º mais votado de 308 no estado
  2. 2010
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1451· centro-direita· na urna, João Eduardo Reymunde
    suplente3.558 votos; 101º mais votado de 271 no estado
  3. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSDB 45845· centro-direita· na urna, João Eduardo
    suplente5.625 votos; 219º mais votado de 486 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Prof. João Eduardo Reymunde teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 307º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 0 cidades..

0 votos
votos para deputado federal em 2014
As outras 2 eleições para deputado
3.558 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.558 votos.
  1. Porto Alegre (RS)1.263 votos35,5%
  2. Três de Maio (RS)378 votos10,6%
  3. Xangri-Lá (RS)170 votos4,8%
  4. Sant'ana do Livramento (RS)158 votos4,4%
  5. Crissiumal (RS)136 votos3,8%
  6. Outras 153 cidades861 votos24,2%
5.625 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 5.625 votos.
  1. Porto Alegre (RS)2.498 votos44,4%
  2. Cachoeira do Sul (RS)395 votos7%
  3. Capão da Canoa (RS)366 votos6,5%
  4. Viamão (RS)276 votos4,9%
  5. Torres (RS)225 votos4%
  6. Outras 126 cidades947 votos16,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Prof. João Eduardo Reymunde declarou R$ 796 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 92,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 796 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 410.500 na declaração)

Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014.

  • Prof. João Eduardo ReymundeR$ 796 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 92,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 796 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. 50% De uma casa no bairro moradas da hipicaR$ 407,2 mil
    Casa
  2. Um terreno de 20X40 no bairro belem novoR$ 116,4 mil
    Terreno
  3. 50% De quotas de uma empresa de consultoria em porto ricoR$ 97 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Uma camionete duster 2013R$ 89,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. 20% De uma residencia no bairro moradas da hipicaR$ 58,2 mil
    Casa
  6. Uma moro XRE300 2014R$ 28,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. João Eduardo Reymunde declarou ao TSE R$ 862 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 585 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 106,1 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 106,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 54,4 mil51,3%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Michel Miguel Elias Temer Lulia Vice-PresidenteR$ 11,6 mil10,9%
  3. PessoasR$ 1.3901,3%

Para onde foi

R$ 106,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 106,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços20 pessoas, não nomeadasR$ 29,7 mil27,9%
  2. InternetR$ 2300,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Giovani Feltes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 6,1 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 33 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.