Prof. Elísio
Elísio Lopes Gonçalves · nasceu em 1965
Prof. Elísio disputou uma eleição, em 2006, para governador (Tocantins), pelo PSOL: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2006, não eleito.
Declarou ao TSE em 2006: 41 anos, superior completo, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2006, Prof. Elísio declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2006 · Governador · Tocantins · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: governador, Tocantins, 2006
Prof. Elísio: R$ 2,85 por voto (mediana da disputa, R$ 54,2). Quem venceu, Marcelo Miranda, gastou R$ 60,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 2,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Elísio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Capitao Azevedo DCR$ 31 mil · 227 votosR$ 138
- Marcelo Miranda MDBR$ 20,5 milhões · 340.824 votosR$ 60,1
- Siqueira Campos PSDBR$ 16,8 milhões · 310.068 votosR$ 54,2
- Leomar Quintanilha PC do BR$ 448 mil · 9.206 votosR$ 48,6
- Prof. Elísio PSOLR$ 4,6 mil · 1.622 votosR$ 2,85
Votos por real
- 2006, governador: 351 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.