Prof. Cirene
Cirene Lucachinski · nasceu em 1968
Prof. Cirene disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Major Vieira (SC)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Cirene declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Prof. CireneR$ 487,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Prof. Cirene declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Major Vieira (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.73566,5%
- PessoasR$ 1.37633,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.34957,1%
- ServiçosR$ 1.16628,3%
- Material impressoR$ 58314,2%
- EscritórioR$ 150,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Major Vieira (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,6 por voto. Quem venceu, Marcio Veiga, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 821; o mais barato, R$ 14,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mila PSDBR$ 5,7 mil · 7 votosR$ 821
- Adriana Semzak PSDBR$ 6,7 mil · 12 votosR$ 559
- Pedro Benda PSDR$ 6,2 mil · 19 votosR$ 326
- Solange Packer PPR$ 7,7 mil · 75 votosR$ 103
- Emerson Hartmann PSBR$ 4,6 mil · 97 votosR$ 47,7
- Osmar Ruthes PPR$ 5,4 mil · 115 votosR$ 46,7
- Professora Soleima PSDR$ 6,6 mil · 192 votosR$ 34,6
- Miguel Barbosa MDBR$ 5 mil · 156 votosR$ 32,3
- Diogo Sudoski PLR$ 4,5 mil · 153 votosR$ 29,7
- Vilma Muller PSDR$ 8,1 mil · 302 votosR$ 27
- Almeida PSDBR$ 6 mil · 238 votosR$ 25,4
- Marcio Veiga PPR$ 5,1 mil · 346 votosR$ 14,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.