Miguel Barbosa
nasceu em 1957
Miguel Barbosa se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Miguel Barbosa declarou R$ 218,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 174,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Miguel BarbosaR$ 218,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Miguel Barbosa declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Major Vieira (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.12373,7%
- Próprio bolsoR$ 75726,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Major Vieira (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, Vicente Paulitisky, gastou R$ 6,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 389; o mais barato, R$ 6,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Daiane Cordeiro PPR$ 2,3 mil · 6 votosR$ 389
- Rosy Kachimareki PSLR$ 2,8 mil · 9 votosR$ 314
- Janete Kubiack PATRIOTAR$ 5,8 mil · 42 votosR$ 137
- Vanessa Palla PPR$ 1,3 mil · 16 votosR$ 79,6
- Solange Packer PPR$ 2,3 mil · 79 votosR$ 29,6
- Clone PODER$ 1 mil · 43 votosR$ 24,1
- Bruna Reis PSLR$ 2,8 mil · 129 votosR$ 21,9
- Diogo Sudoski MDBR$ 3 mil · 162 votosR$ 18,8
- Tio Da Mercearia PODER$ 1,2 mil · 120 votosR$ 9,61
- Professora Soleima PSLR$ 2,8 mil · 327 votosR$ 8,66
- Anderson Da Saúde PODER$ 1,7 mil · 230 votosR$ 7,27
- Vicente Paulitisky MDBR$ 1,6 mil · 244 votosR$ 6,48
Votos por real
- 2020, vereador: 155 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.