Apuração
Vereador · 2024 · REPUBLICANOS

Prof. Carlos Torres

Carlos Eduardo Torres · nasceu em 1962

Prof. Carlos Torres se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,59← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2020PP2024REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PP (2020), REPUBLICANOS (2024).

VereadorPartidoCIDADANIAPPREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Borborema (SP)
    REPUBLICANOS 10000· direita
    eleito287 votos
  2. 2020
    Vereador · Borborema (SP)
    PP 11999· direita· na urna, Professor Carlos Torres
    eleito320 votos
  3. 2004
    Vereador · Borborema (SP)
    CIDADANIA 23600· centro· na urna, Professor Carlos Torres
    não eleito235 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Prof. Carlos Torres declarou R$ 242,3 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 29,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 242,3 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 219.319 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.

  • Prof. Carlos TorresR$ 242,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 242,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Uma v/w saveiro 2023/2023R$ 101,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Toyota yarisR$ 60,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Uma casa de morada em borboremaR$ 49,3 mil
    Casa
  4. Um imóvel rural com 2R$ 23 mil
    Outros bens imóveis rural
  5. Conta corrente junto ao banco do brasilR$ 4.649
    Conta corrente no país
  6. CDB banco do brasilR$ 2.249
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  7. CDB banco do brasilR$ 482
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  8. Caderneta de poupançaR$ 466
    Outros créditos e poupança vinculada
  9. Titulo clube de rodeio e campo de borboremaR$ 383
    Outras participações societárias

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Carlos Torres declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 8,8 mil, 81% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Borborema (SP) · REPUBLICANOS · eleito

De onde veio

R$ 5.140
46% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.140.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Jorge Feres Junior PrefeitoR$ 2.58150,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.61931,5%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 94118,3%

Para onde foi

R$ 2.559
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Borborema (SP), 2024

Prof. Carlos Torres: R$ 8,92 por voto (mediana da disputa, R$ 26). Quem venceu, Ricardo Penariol, gastou R$ 6,22 por voto. O voto mais caro custou R$ 437; o mais barato, R$ 6,22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Carlos Torres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Luana Mensato PLR$ 2,2 mil · 5 votosR$ 437
  • Renata Azevedo MDBR$ 2,2 mil · 10 votosR$ 219
  • Michele Da Farmácia MDBR$ 3,3 mil · 43 votosR$ 76,3
  • Roberval Bacci PLR$ 2,2 mil · 50 votosR$ 43,7
  • Alexandre Eletricista PLR$ 2,2 mil · 56 votosR$ 39,1
  • Giliard Pazini MDBR$ 12 mil · 337 votosR$ 37
  • Dai Montini PLR$ 2,2 mil · 84 votosR$ 26
  • Tia Gê MDBR$ 2,2 mil · 87 votosR$ 25,1
  • Rogeria Gomes Milaus UNIÃOR$ 11 mil · 628 votosR$ 17,4
  • Sereno PLR$ 3,4 mil · 207 votosR$ 16,6
  • Prof. Carlos Torres REPUBLICANOSR$ 2,6 mil · 287 votosR$ 8,92
  • Ricardo Penariol PLR$ 3,8 mil · 615 votosR$ 6,22

Votos por real

  • 2024, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 235 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.