Prof. Agnaldo
Agnaldo Silva de Oliveira · nasceu em 1973
Prof. Agnaldo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PT (2004), PP (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof. Agnaldo declarou R$ 624,5 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 232,2 mil acima da inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.
- Prof. AgnaldoR$ 624,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Três veiculos uno mille economy 2012R$ 131,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um lote de terreno urbano com residênciaR$ 109,6 milCasa
- Um lote de terreno urbano de 600 m² com escritórioR$ 109,6 milCasa
- Um veiculo ford ranger limited 2004R$ 98,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécie em poder do declaranteR$ 65,7 milDinheiro em espécie
- Um veiculo ford F-1000 1988R$ 54,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cotas da empresa hwr locadora de veiculos LTDA EPP com…R$ 43,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Uma moto honda cbx twister 2004R$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Agnaldo declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Camapuã (MS) · PP · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 10,8 mil37,7%
- PessoasR$ 10,3 mil35,8%
- Próprio bolsoR$ 7.58126,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 18,9 mil65,9%
- EscritórioR$ 4.33215,1%
- TransporteR$ 3.03710,6%
- Material impressoR$ 2.4178,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Camapuã (MS), 2012
Prof. Agnaldo: R$ 137 por voto (mediana da disputa, R$ 157). Quem venceu, Manoel Nery, gastou R$ 55,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 890; o mais barato, R$ 55,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Agnaldo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joao Prudencio PTR$ 26 mil · 29 votosR$ 890
- Allan Da Lagoa REPUBLICANOSR$ 23 mil · 30 votosR$ 764
- Aurelinda REPUBLICANOSR$ 19 mil · 30 votosR$ 644
- Julimar PTR$ 32 mil · 74 votosR$ 427
- Guilucio Cabeleireiro PTR$ 18 mil · 55 votosR$ 328
- Siriguela PTR$ 19 mil · 119 votosR$ 163
- Giovani Rocha PSBR$ 28 mil · 178 votosR$ 157
- Prof. Agnaldo PPR$ 29 mil · 210 votosR$ 137
- Almir Avila MDBR$ 28 mil · 225 votosR$ 123
- Clovis Amorim PSCR$ 22 mil · 282 votosR$ 79
- Dra. Marcia MDBR$ 23 mil · 385 votosR$ 60,6
- Manoel Nery MDBR$ 35 mil · 626 votosR$ 55,6
Votos por real
- 2012, vereador: 7,3 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.