Pro Sonia de Picole
Sonia Regina Vasconcelos de Oliveira · nasceu em 1959
Pro Sonia de Picole se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2004–2012), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Pro Sonia de Picole teve 1.505 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 286º lugar entre 588 candidatos.
Recebeu votos em 46 cidades. Alagoinhas deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pro Sonia de Picole declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 6 mi, já descontada a inflação.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Pro Sonia de PicoleR$ 67,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pro Sonia de Picole declarou ao TSE R$ 152 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 62 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Alagoinhas (BA) · PSB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 3.07690,5%
- PessoasR$ 1624,8%
- Próprio bolsoR$ 1624,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.62447,8%
- TransporteR$ 1.29538,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1624,8%
- ServiçosR$ 1624,8%
- PessoalR$ 1574,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Alagoinhas (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,8 por voto. Quem venceu, Juracy, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 140; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabricio Rocha PSTUR$ 21 mil · 153 votosR$ 140
- Marcio Da Linha Verde PLR$ 26 mil · 215 votosR$ 120
- Professor Wellington Chocolate PTR$ 25 mil · 804 votosR$ 30,5
- Jorge Da Farinha DEMR$ 30 mil · 1.230 votosR$ 24,5
- Thor De Ninha PTR$ 23 mil · 950 votosR$ 24,5
- Caio Ramos REDER$ 32 mil · 1.348 votosR$ 23,4
- Cleto Da Banana AGIRR$ 24 mil · 1.197 votosR$ 19,8
- Djalma Santos REPUBLICANOSR$ 24 mil · 1.307 votosR$ 18,3
- Raimunda Florencio PSDR$ 23 mil · 1.497 votosR$ 15,7
- Anderson Baqueiro SOLIDARIEDADER$ 32 mil · 2.154 votosR$ 14,8
- Roberto Torres DEMR$ 21 mil · 1.412 votosR$ 14,8
- Juracy DEMR$ 25 mil · 2.093 votosR$ 12
Votos por real
- 2016, vereadora: 93 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 21 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 24 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 34 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.