Jorge da Farinha
Jorge de Santana Gonçalves · nasceu em 1970
Jorge da Farinha se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 5 partidos: AGIR (2004), PODE (2008–2012), DEM (2016), PL (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Jorge da Farinha declarou R$ 509 mil em bens, em reais de hoje: 46 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 455,1 mil acima da inflação.
Declarou 46 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- Jorge da FarinhaR$ 509 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 01 CasaR$ 316,1 milCasa
- 01 CasaR$ 126,6 milCasa
- 01 Chacara pov limoeiroR$ 33,1 milOutros bens imóveis
- Proprietario da empres jorge de santana gonçalvesR$ 33,1 milOutros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Jorge da Farinha declarou ao TSE R$ 154 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 54 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Alagoinhas (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 16,1 mil78,6%
- Próprio bolsoR$ 4.37521,4%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Impact Grafica E Editora LtdaR$ 10,9 mil71,4%
- TransporteTudo de Posto Estrela Da 101 LtdaR$ 3.28121,4%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.0947,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Alagoinhas (BA), 2024
Mediana da disputa: R$ 30,3 por voto. Quem venceu, Cleto Da Banana, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.013; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vania Santos PSOLR$ 38 mil · 38 votosR$ 1.013
- Marcia Anjos UNIÃOR$ 34 mil · 296 votosR$ 115
- Renan Da Aprovat PC do BR$ 31 mil · 804 votosR$ 38,8
- Jaldice Nunes UNIÃOR$ 44 mil · 1.184 votosR$ 37,3
- Djalma Santos REPUBLICANOSR$ 44 mil · 1.171 votosR$ 37,2
- Adelson Filho PTR$ 40 mil · 1.091 votosR$ 37,1
- Tarcio Mota PTR$ 43 mil · 1.410 votosR$ 30,3
- Thor De Ninha PTR$ 45 mil · 1.540 votosR$ 29,2
- João Henrique Paolilo PVR$ 38 mil · 1.338 votosR$ 28,6
- Juci Cardoso PTR$ 45 mil · 1.825 votosR$ 24,7
- Luciano Almeida UNIÃOR$ 48 mil · 2.080 votosR$ 23,2
- Cleto Da Banana PSDR$ 40 mil · 3.405 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2024, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.