Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Primo

Helio Garcia Barbosa de Souza · nasceu em 1978

Primo disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Itabirito (MG)), pelo DEM: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 30 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Itabirito (MG)
    DEM 25555· direita
    eleito651 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Primo declarou R$ 100,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 100,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 37.300 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • PrimoR$ 100,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 100,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Participaçao de 90% no capital da empresa mercearia do primoR$ 24,3 mil
    Empresas e participações
  2. Terreno de n. 10 com area de 200M2R$ 21,6 mil
    Imóveis
  3. Dinheiro em poder do declaranteR$ 21 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Moto honda biz c 100R$ 12,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Automovel belina ano 82R$ 7.550
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Noto honda biz C100R$ 7.280
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Veiculo kombi ano 74R$ 6.741
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Primo declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Itabirito (MG) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 34,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 31 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 29,8 mil87,1%
  2. PessoasR$ 8972,6%
  3. Outros candidatosR$ 8352,4%
  4. OutrosR$ 430,1%

Para onde foi

R$ 34,2 mil
O maior gasto foi com serviços: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços12 pessoas, não nomeadasR$ 12 mil35,2%
  2. TransporteR$ 1.4914,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4021,2%
  4. EscritórioR$ 3991,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Itabirito (MG), 2008

Primo: R$ 52,5 por voto (mediana da disputa, R$ 68,5). Quem venceu, Ze Maria, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 166; o mais barato, R$ 22,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Primo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.