Apuração
Vereador · 2004 · PTB

Pontes de Aguiar

Antonio Pontes de Aguiar · nasceu em 1927

Pontes de Aguiar se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSD2004PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSD (2002), PTB (2004).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDPTB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 77 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Chapadinha (MA)
    PTB 14000· centro-direita
    eleito1.285 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · Maranhão
    PSD 41122· direita
    suplente13.608 votos; 61º mais votado de 417 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Pontes de Aguiar teve 13.608 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 417 candidatos.

Recebeu votos em 120 cidades. Chapadinha deu 33,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.

13.608 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 13.608 votos.
  1. Chapadinha (MA)4.559 votos33,5%
  2. Mata Roma (MA)1.300 votos9,6%
  3. São Benedito do Rio Preto (MA)1.232 votos9,1%
  4. São Luís (MA)1.075 votos7,9%
  5. Urbano Santos (MA)797 votos5,9%
  6. Outras 105 cidades790 votos5,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pontes de Aguiar declarou ao TSE R$ 260 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 244 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Chapadinha (MA) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 16,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 16,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 90% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 1.4669%
  2. EscritórioR$ 1340,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Chapadinha (MA), 2004

Pontes De Aguiar: R$ 12,7 por voto (mediana da disputa, R$ 20,1). Quem venceu, Francisca Aguiar, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 42; o mais barato, R$ 10,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pontes De Aguiar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 56 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.