Pitito
Laury Urzêda da Silva · nasceu em 1939
Pitito se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 69 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Pitito teve 992 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 81º lugar entre 130 candidatos.
Recebeu votos em 47 cidades. Edéia deu 45,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pitito declarou R$ 13,5 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- PititoR$ 13,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pitito declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Edéia (GO) · CIDADANIA · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 8475,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Edéia (GO), 2004
Pitito: R$ 52,9 por voto (mediana da disputa, R$ 52,9). Quem venceu, Marcos Rangel, gastou R$ 24,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 24,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pitito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Waltênio PPR$ 47 mil · 347 votosR$ 135
- Alex Torneiro PPR$ 7,8 mil · 83 votosR$ 94,1
- Ximba MDBR$ 20 mil · 219 votosR$ 89,8
- Dra. Mônica DEMR$ 27 mil · 362 votosR$ 75,6
- Helinho PPR$ 7,8 mil · 113 votosR$ 69,1
- Lourival PSDBR$ 27 mil · 478 votosR$ 57,2
- Pitito CIDADANIAR$ 15 mil · 278 votosR$ 52,9
- Lena PTR$ 7,8 mil · 221 votosR$ 35,4
- Cassimiro Birro PPR$ 7,8 mil · 234 votosR$ 33,4
- Patricio PPR$ 7,8 mil · 238 votosR$ 32,8
- Joel Pires PPR$ 7,8 mil · 294 votosR$ 26,6
- Marcos Rangel PTR$ 7,8 mil · 322 votosR$ 24,3
Votos por real
- 2004, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 250 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.