Piranha
Sergio Cleison de Sá · nasceu em 1974
Piranha disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Taquarituba (SP)), pelo PP: eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 33 anos, ensino médio, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Piranha declarou R$ 390,2 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- PiranhaR$ 390,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Piranha declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Taquarituba (SP) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 7.59656,2%
- Próprio bolsoR$ 4.47133,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 1070,8%
- EscritórioR$ 400,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Taquarituba (SP), 2008
Piranha: R$ 17 por voto (mediana da disputa, R$ 38,6). O voto mais caro custou R$ 70,7; o mais barato, R$ 17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Ana Paulina PDTR$ 10 mil · 143 votosR$ 70,7
- Ze Veiga PSBR$ 21 mil · 349 votosR$ 59,5
- Cristina Gobbo CIDADANIAR$ 32 mil · 639 votosR$ 50,8
- Ludney PSDBR$ 8,7 mil · 180 votosR$ 48,1
- Rubinho Da Farmacia PDTR$ 11 mil · 243 votosR$ 44,9
- Valdir Rodirgues DEMR$ 24 mil · 537 votosR$ 43,9
- Professor Odair PSDBR$ 8,6 mil · 224 votosR$ 38,6
- Chimbica MDBR$ 11 mil · 321 votosR$ 35,5
- Ronaldo Benini PSDBR$ 11 mil · 322 votosR$ 35,4
- Padeiro PTBR$ 8,5 mil · 311 votosR$ 27,4
- Betinha PDTR$ 14 mil · 635 votosR$ 21,7
- Piranha PPR$ 14 mil · 795 votosR$ 17
Votos por real
- 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.