Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Piqui

Erivaldo Mendanha da Silva · nasceu em 1982

Piqui se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSL2014PSL2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: PSL (2012–2014), PSD (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoPSLPSD201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Niquelândia (GO)
    PSD 55678· direita
    eleito301 votos
  2. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    PSL 17123· direita· na urna, Erivaldo Piqui
    suplente3.490 votos; 170º mais votado de 717 no estado
  3. 2012
    Vereador · Niquelândia (GO)
    PSL 17123· direita
    eleito361 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Piqui teve 3.490 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 170º lugar entre 717 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. Niquelândia deu 84,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.

3.490 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 3.490 votos.
  1. Niquelândia (GO)2.938 votos84,2%
  2. Goiânia (GO)124 votos3,6%
  3. Anápolis (GO)78 votos2,2%
  4. Goianésia (GO)56 votos1,6%
  5. Uruaçu (GO)45 votos1,3%
  6. Outras 49 cidades135 votos3,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Piqui declarou R$ 146,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 36,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 146,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 90.000 na declaração)

Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • PiquiR$ 146,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 146,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Piqui declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 28 mil, 3,1% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Niquelândia (GO) · PSD · eleito

De onde veio

R$ 27,5 mil
3,1% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,5 mil.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 24,3 mil88,3%
  2. Próprio bolsoR$ 1.7166,2%
  3. Fundo partidárioR$ 8613,1%
  4. Outros candidatosR$ 6512,4%

Para onde foi

R$ 27,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 27,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal15 pessoas, não nomeadasR$ 14,5 mil52,8%
  2. ServiçosR$ 2851%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2751%
  4. EscritórioR$ 910,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Niquelândia (GO), 2016

Piqui: R$ 91,5 por voto (mediana da disputa, R$ 60,7). Quem venceu, Saullo Adorno, gastou R$ 33 por voto. O voto mais caro custou R$ 636; o mais barato, R$ 33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Piqui. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 197 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.