Apuração
Deputado federal · 2014 · PTB

Pilako

Cristiano de Melo Vasconcelos Barros · nasceu em 1967

Pilako se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2014PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Sempre pelo PTB.

Dep. federalPrefeitoPartidoPTB2008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Pernambuco
    PTB 1410· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 155º mais votado de 155 no estado
  2. 2008
    PTB 14· centro-direita
    não eleito448 votos, 0,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Pilako teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 155º lugar entre 155 candidatos.

Recebeu votos em 0 cidades..

0 votos
votos para deputado federal em 2014

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Pilako declarou R$ 171,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 63,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 171,1 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 88.223 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Pernambuco em 2014.

  • PilakoR$ 171,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 74,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,6 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 171,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Um terreno localizado em enseadas dos golfinhos na cidade…R$ 58,2 mil
    Terreno
  2. Um terreno localizado no loteamento marisco na praia de…R$ 58,2 mil
    Terreno
  3. Um veiculo de fiat uno ano 2010 placa khd 6327R$ 54,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Uma poupanca do banco do brasilR$ 326
    Caderneta de poupança
  5. Poupança itauR$ 320
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Pilako declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Vitória de Santo Antão (PE) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 10,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 10 mil98,6%
  2. Próprio bolsoR$ 1391,4%

Para onde foi

R$ 10,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,2 mil.
  1. Material impressoTudo de Jornal Do Commercio S.AR$ 9.37192,1%
  2. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 5355,3%
  3. EscritórioR$ 2732,7%

Quanto custou cada voto: prefeito, Vitória de Santo Antão (PE), 2008

Pilako: R$ 22,7 por voto (mediana da disputa, R$ 30,4). Quem venceu, Elias Lira, gastou R$ 30,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,4; o mais barato, R$ 22,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pilako. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 44 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.